Os celulares são praticamente rádios portáteis que levamos conosco a todos os lugares a que vamos. Porém, você sabia que o campo eletromagnético emitido por eles pode interferir tanto no funcionamento de outros aparelhos quanto na sua saúde? Imagine, então, o poder das torres e antenas que suportam a tecnologia móvel.

Pesquisas recentes têm cada vez mais corroborado a ideia de que há males oriundos de toda a estrutura dos nossos melhores companheiros. Como o celular nos acompanha aonde quer que vamos, é praticamente impossível impedir esses efeitos. Contudo, minimizá-los é possível, desde que saibamos mais sobre o seu funcionamento.

A TIM é transparente e informa nas suas plataformas sobre possíveis efeitos colaterais advindos da maior benesse tecnológica recente: os smartphones.

Por isso, vamos explicar tudo sobre o campo eletromagnético e aquilo que você pode fazer para não se tornar uma estatística de estudos fatídicos sobre o assunto. Assim, você pode fazer o melhor uso do seu smartphone contornando potenciais prejuízos a si e a quem está em seu entorno.

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O que é campo eletromagnético?

Campo eletromagnético é um tipo de radiação emitido por aparelhos eletrônicos que contam com algum tipo de tensão eletromagnética artificial. Porém, calma com essa colocação, pois a própria Terra conta com um campo eletromagnético.

É esse campo, por exemplo, que está presente nos polos, diferenciando o Sul do Norte.

Por artificial você deve levar em consideração todo o campo que seja gerado a partir de qualquer aparelho que seja alimentado por rede elétrica, a qual, em teoria, é artificial. Apesar de a eletricidade estar presente na natureza, a geração que os seres humanos fazem é tão presente que a torna incomum nela.

Então, você precisa compreender, primeiro, que todos os aparelhos eletrônicos com os quais você tem contato geram essas tensões eletromagnéticas artificiais. Isso acontece, pois eles não são equilibrados como os que a Terra gera, e todos os fios e equipamentos têm o seu campo em torno de suas fontes de energia.

Nessa concepção, nem mesmo os aparelhos que funcionam à bateria ou à pilha escapam. Assim, todo e qualquer gadget de última (ou recente) geração com os quais contamos fornecem algum tipo de campo eletromagnético por causa de sua eletricidade.

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Campo eletromagnético faz mal?

Infelizmente, as respostas mais objetivas a essa pergunta sugerem que sim. Os campos eletromagnéticos, então, fazem mal à saúde e aos aparelhos eletrônicos que o entornam.

A bem da verdade, estamos tão acostumados com os aparelhos e suas funcionalidades que, muitas vezes, nem paramos para observar um quadro geral sobre o assunto. Porém, as pesquisas acadêmicas não param assim.

Imagine, somente a título de reflexão, que a sociedade de celulares presentes na vida social é, no máximo, datada de uns 30 anos passados. A energia elétrica, por outro lado, tem lá seus 60 anos no Brasil – pelo menos em termos de difusão global.

Então, os estudos que abordam o tema o fazem porque é preciso mapear os efeitos dessa difusão tecnológica e seus impactos na saúde do ser humano. E o ser humano com o qual nos acostumamos, numa visão simplista, seria extremamente recente.

Pesquisas indicam que quem mora próximo a torres ou antenas de telefonia móvel ou energia elétrica, por exemplo, chega a ter 40% mais chances de desenvolver algum tipo de câncer maligno. Numa visão mais holística, por um viés diferente, tem atrapalhado o funcionamento da sua energia vital.

Essa energia vital envolve nada menos do que a saúde, a sexualidade, o humor, os nervos, as emoções, além do mental e do psicológico de uma pessoa. Então, nenhuma pessoa estaria sujeita ao escape desse impacto. Mais do que isso, ele afetaria propriedades relacionadas à natureza do ser humano, incapacitando-nos em funções nas quais há inerência significativa.

Se for verdade o que os estudos andam dizendo, então pode ser que o seu campo eletromagnético próprio do ser esteja sendo afetado pelo uso de todo e qualquer aparelho que demande de energia artificial. Inclusive, do seu próprio smartphone.

Efeitos do campo eletromagnético

Numa visão objetiva, o campo eletromagnético surte efeitos diretos sobre outros aparelhos eletrônicos. Porém, nem só de smartphones de última geração estamos falando.

Marca-passo

Um exemplo claro, e de necessária divulgação, é, por exemplo, o caso do marca-passo. Se algum parente ou conhecido usa um aparelho desse tipo, é melhor que você não use seu celular próximo a ele.

Isso acontece, pois, a menos de 15cm, pode haver uma interferência direta no funcionamento do aparelho.

Campo eletromagnético em aviões

Você sabe por qual razão os comandantes e a tripulação pedem que você desligue seu celular em voos? É basicamente por causa do campo eletromagnético.

Como grande parte do sistema de navegação das aeronaves demanda das transmissões via rádio, que é a forma com a qual o celular se comunica com a rede de internet e a telefonia, se você o mantiver ativo, poderá causar interferência no funcionamento desse equipamento.

Dispositivos de áudio

Você já reparou que, por vezes, seu carro pode sofrer com interferências quando seu celular toca? Pois, isso é culpa do campo eletromagnético que ele gera quando está se vinculando à rede da sua operadora de celular.

Como o campo é gerado sempre que o aparelho está em pleno funcionamento, e o carro também tem seu campo gerado por conta da tensão artificial criada, pode ser que interferências sejam notadas nesses momentos.

Campo eletromagnético e saúde

Aqui, lamentamos, estão as informações mais assombrosas do post. Isso, pois são várias, e elas são nada menos do que funestas.

  1. Se você usar o celular sempre do mesmo lado da cabeça, seu sistema nervoso central tem maior propensão a tumores malignos.
  2. Sua glicose cerebral poderá ser aumentada caso você use o telefone por 50 minutos diários. E sabemos do vício em celulares recentemente ocasionado.
  3. A radiação emitida por celulares e seu campo eletromagnético pode fazer surgir tumores em outras partes do corpo que não aquelas próxima do local de contato.
  4. 10 anos usando o celular podem elevar suas chances de ter câncer em 40%.
  5. Em animais, os medicamentos homeopáticos tiveram sua eficácia diminuída quando perto de campo eletromagnético artificial.

Outros campos eletromagnéticos

Não pense que só de celulares vivem os campos eletromagnéticos artificiais, pois eles estão presente em diversos aparelhos de forma enaltecida. Esse seria o caso, principalmente, das demandas de radiodifusão: TVs e rádios AM e FM.

As antenas difusoras, por exemplo, registram números bastante altos de neoplasia (tumor maligno) em indivíduos que vivem a até 500 metros de uma antena dessa natureza. Portanto, se há alguma por perto, talvez seja um bom momento para projetar uma mudança.

E mais: em 10 anos, a incidência da enfermidade foi muito maior em quem morava dentro desse raio de alcance das antenas.

Como evitar o campo eletromagnético

Para evitar o campo eletromagnético gerado artificialmente, você pode fazer o seguinte:

  • Use menos o seu celular: 50min diários são o limite;
  • More a, pelo menos, 300m de antenas de celular ou de torres de cabeamento de alta tensão;
  • Ligue poucos aparelhos simultaneamente em um mesmo ambiente;
  • Fique a, pelo menos, 2m de distância da TV;
  • Se possível, coloque um gráfico de radiestesia SCAP embaixo do computador. Essa dica é exotérica, mas vale a pena tentar!

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