O brasileiro tem apreço por comprar na internet. Uma pesquisa da empresa Sociomantic mostrou que, ainda em 2016, 67% da população digitalmente ativa já efetuava compras dessa maneira. De lá pra cá os números não pararam de crescer, pois algumas tendências têm se solidificado cada vez mais. Mas como comprar pela internet com segurança? Neste post, você vai conferir algumas dicas para não cair em uma roubada.

Mas o que explica esse avanço das compras online? Primeiro, os smartphones estão mais difundidos, e nem mesmo a terceira idade está perdendo a vez. Segundo o SindiLojas de Porto Alegre, no Sul 49% dos idosos que acessam as redes fazem compras online. Depois, a internet alcança mais dispositivos, sejam eles fixos ou móveis.

Porém, a migração cada vez mais constante de comércios para plataformas digitais parece ser o fator-chave desse movimento tão impulsionado, e ele tem sido retroalimentado justamente pelo isolamento imposto pelo coronavírus.

Para acompanhar esse crescimento do consumo online, seja qual for o seu objeto de compra, você não pode deixar de lado suas preocupações com segurança digital. Assim como aumentam as compras na rede, também aumentam as investidas dos mal-intencionados para criar cenários virtuais aparentemente legítimos, intentando pescar os desavisados.

Então, confira essas dicas e esteja bem-informado sobre a melhor forma de comprar pela internet sem perder de vista a sua segurança!

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Comprar pela internet: não dá pra ficar de fora

Você já parou pra pensar que, agora, inclusive a carrocinha do cachorro-quente da esquina compete com etiquetas como McDonald’s, Burger King, Habib’s e por aí adiante? Esse movimento de aceitação em plataformas como Uber Eats e iFood tem sido a salvação de muitos donos de pequenos negócios. Por outro lado, muita gente os escolhe justamente para que eles não desapareçam.

A quarentena, porém, também fez com que mais potenciais compradores estivessem presentes a todo momento em frente ao computador. Vejam-se, por exemplo, os profissionais que migraram para “escritórios” caseiros (sem a vigia contínua da chefia) e outros tantos que, para sair da crise, aderiram às profissões home office.

São clientes em potencial, mais imersos no mundo virtual, e que podem aumentar ainda mais o ticket médio de consumo do brasileiro online em 2019, que não era baixo: R$ 429.

Vale ressaltar que a ideia de que comprar pela internet esteja relacionada a bens que sejam de alto valor valor é coisa do passado. Há quem não esteja saindo de casa nem mesmo para fazer compras de mercado, pois inclusive esses comércios perceberam que, para não sentir os efeitos do isolamento de maneira tão impactante, precisariam se reinventar. Agora, pequenas compras chegam até a geladeira sem precisar sair de casa.

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Comprar pela internet: dicas para estar seguro

1. Verifique a reputação da loja antes de comprar pela internet

A regra de ouro: se você vai comprar pela internet, é preciso saber a reputação da loja antes. Grandes nomes por si só já agregam confiança, e por isso os e-commerces mais tradicionais são sempre a escolhida preferida do público online.

Porém, pode ser que você tenha encontrado uma loja com um desconto considerável num site não tão conhecido. Nesse momento, consulte os fóruns mais tradicionais. E, claro, o Reclame Aqui é o líder do segmento. Sua interface é bastante simples, bastando que você coloque o nome do site para conferir se tem gente reclamando dele por lá. E, se tiver ou a nota for baixa, é mau sinal.

Outros caminhos são analisar o nome da empresa no Procon da origem e verificar se existe de fato um cadastro do CNPJ em www.registro.br. Há quem vá às páginas dos Tribunais de Justiça verificar se há processos contra uma determinada empresa, então fica a seu critério.

Até pode ser o caso de uma loja desconhecida ofertar um produto com grande desconto, mas você deve lembrar que, quando a esmola é demais, o santo precisa desconfiar.

2. Comprar via aplicativos

O mesmo vale para compras via aplicativo: dedique um pouco de tempo a escolher um que seja confiável, e na internet sempre vai ter gente comentando sobre uma ou outra possibilidade.

Com relação a essas plataformas, também existe uma regra de ouro: o app precisa ser encontrado na loja do Google ou na da Apple, e não chegar até você por uma mensagem de SMS.

Apesar de haver casos isolados que sejam seguros desse modo (como é o caso da Microsoft, que manda um aplicativo via SMS para sincronização do OneDrive), aplicativos nos quais você vai comprar pela internet precisam estar disponíveis ao público em geral.

3. Use o cartão de crédito virtual

Você sabia que a maioria dos aplicativos bancários fornece um cartão virtual? Ele é vinculado à sua conta normalmente, mas, depois de realizar a compra, você pode simplesmente deletá-lo. Na próxima compra, pode criar outro, e deletá-lo novamente, e assim sucessivamente.

Essa estratégia de segurança é bem interessante no sentido de que, comprando em um site malicioso ou tendo o seu aparelho infectado por um vírus, você não estará à mercê de ter dados capturados por hackers uma vez que pode destruir o cartão logo em seguida. Eles até podem interceptar os números, porém quando forem usá-los o cartão simplesmente não existirá mais.

Outra alternativa é o boleto, mas ele demanda uma operação a mais e acresce um dia a mais à sua compra, em razão do prazo de verificação.

4. Cuidado com suas senhas

Muitas páginas de internet ficam com suas informações de pagamento, tais como números de cartão de crédito salvos para compras futuras. Por isso, é preciso fazer uma senha forte para login nessas lojas.

Quando você for fazer um cadastro inicial, antes mesmo de comprar pela internet, dê preferência a combinações com letras maiúsculas e minúsculas, além de números e símbolos. Combinações fortes são mais difíceis de serem violadas na força bruta, e mantêm seus dados mais seguros.

5. Se possível, escolha a verificação em duas etapas

A verificação em duas etapas tem se tornado uma ferramenta de segurança cada vez mais comum em redes sociais, serviços de e-mail, lojas online e por aí adiante. E ela de fato funciona muito bem.

Significa dizer que, se alguém tentar entrar num acesso que é seu, não bastará ter a senha, mas precisará passar por uma segunda etapa geralmente confirmada via celular. Ou seja, um SMS com um código de acesso, por exemplo. Desse modo, necessitará também ter seu smartphone desbloqueado para conseguir completar as etapas de ingresso no perfil.

Porém, aqui também existe uma regra de ouro: é cada vez mais comuns que pessoas fraudulentas se passem por operadores dos serviços que disponibilizam essa verificação dupla e perguntem imediatamente qual o código!

Se isso acontecer com você, nunca repasse o seu código de segurança, pois essa é só uma tentativa de violar a sua segunda etapa.

A ideia da verificação dupla é justamente eliminar qualquer possibilidade de que alguém saiba os seus dados de acesso por completo. Por isso, ele é enviado no momento do login e geralmente expira em pouco tempo, como 60s. Depois disso, é preciso enviar um novo código.

6. Não compre pela internet com pagamento via depósito para pessoas físicas

Não é que você não possa fazer depósitos ou transferências: você pode. Só não pode quando eles forem endereçados a pessoas físicas mesmo quando há um CNPJ empresarial descrito.

Plataformas como Mercado Livre, Enjoei, e diversos outros marketplaces surgem justamente para eliminar esse tipo de inconveniente. Eles intermedeiam sua relação comercial e se responsabilizam caso algo dê errado.

Então, esteja atento, porque com relação a depósitos não há como solicitar a devolução!

7. Para comprar pela internet, somente com o cadeado

Já reparou que algumas páginas sempre mostram um cadeado ao lado do endereço do site? Esse cadeado mostra justamente que trata-se de um site seguro. Não é uma máxima, mas esse ambiente é imensamente menos perigoso do que um sem o cadeado.

Quando você for comprar pela internet, nunca esqueça de verificá-lo, e, se ele não estiver presente, nem pense em colocar seus dados bancários.

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