Para algumas situações, não é fácil ser brasileiro. Se você está por fora das estatísticas mais recentes, então se prepare para ficar chocado! Sabia que 47% das pessoas que acessam a internet já foram vítimas de roubo de celular ao menos uma vez? 11% delas, três vezes ou mais!

Segundo a pesquisa realizada pela Mobile Time/Opinion Box, os dados alarmantes e a sensação cada vez mais presente de perigo ao usar o celular na rua fazem com que 84% dos brasileiros evitem fazê-lo. É como se constantemente houvesse um bandido à espreita.

Não à toa, há quem diga que anda com dois aparelhos e muita fé. Isso, pois, caso surja um mal-intencionado, é possível entregar o aparelho mais barato, tradicionalmente um cacareco recuperado da gaveta, e torcer para não ser revistado.

Apesar de o roubo de celular ser um problema nacional, há lugares onde os números impressionam mais. Na cidade de São Paulo, por exemplo, o ilícito representa 63% dos assaltos que são registrados. Isso significa, então, que treze celulares são roubados por hora na capital paulista.

Para contornar esse problema, muitos usuários de smartphone estão optando por alternativas que impõem custo, porém dão garantia de solução. A melhor delas é seguro para celular, sem dúvida. Pagar uma taxa mensal, mas ter um celular novo em caso de roubo, é um preço relativamente baixo para a dor de cabeça que esse tipo de situação gera.

Porém, se não for esse o seu caso, algumas dicas podem servir para que você tenha menos chances de ser alvo desse delito. Além disso, há algumas precauções que auxiliam no caso de ser impossível evitá-lo, para que você tenha menor dificuldade em bloquear o aparelho para, pelo menos, conseguir apagar seus dados antes de eles caírem em mãos erradas.

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Roubo de celular no Brasil

É uma pena o ponto a que chegamos. A criminalidade no Brasil anda tão à solta que parece ser tão rotineiro – e relativamente tranquilo – para os meliantes elegerem a profissão “ladrão”. É claro, alguns se dão mal, porém eles se reproduzem em velocidade maior do que o de suas baixas. E o pior de tudo é que os celulares são o alvo preferido.

Isso acontece pois 77% dos brasileiros já contam com celulares em seus bolsos – não necessariamente com smartphones. Assim, quase todos se tornam alvo em potencial.

Além disso, há modelos recentes que custam realmente pequenas fortunas. Esse é o caso, por exemplo, de quem já possui o Galaxy Fold ou o Motorola razr, os quais custam, respectivamente, R$12.999 e R$8.999 no preço de lançamento. Vale ressaltar que o Moto razr pode ser adquirido por R$6.299 na TIM, e você pode descobrir como neste link.

Os modelos de iPhone mais avançados tradicionalmente circundam a casa dos R$8 mil, o que significa, sempre, grandes investimentos por parte de quem é adepto da marca da maçã. E, apesar de eles serem mais seguros quanto ao bloqueio e à limpeza remotos, são constantemente alvos de roubo de celular. Isso, se não forem os mais visados inclusive.

É claro que é preciso levar em conta quantos iPhones e Androids estão nas ruas, e somente 8% dos delitos no país são contra aparelhos Apple. Então, aparelhos Android dominam esse segmento com larga vantagem.

Um problema é que o iPhone muitas vezes não pode nem sequer ser usado depois de roubado, mas a cobiça – por ser inacessível à maioria – o torna tão atraente que ele ainda sim integra as estatísticas com número significativo

Como evitar o roubo?

Você sabe que não existe fórmula mágica, certo? Porém, algumas dicas pontuais podem fazer com que seu celular seja menos visado por bandidos.

A primeira delas vai parecer brincadeira, mas não é!

1. “Aquilo que não vejo, não tenho como desejar”.

Jorge Lordello, especialista em segurança, disse que ouviu por diversas vezes a frase acima em cadeias públicas. Por isso, sempre que possível, não deixe seu celular à mostra.

A curiosidade de quem o pretende só é possível caso ele saiba o que você tem consigo. Por isso, em lugares públicos, porém reservados, como bares, casas noturnas, shows, restaurantes e baladas, evite se tornar um candidato a vítima de roubo de celular. Mostre seu telefone o menos possível.

2. Se você estiver andando na rua, prefira levar seu smartphone no modo vibração. 

Atender chamadas enquanto está na rua é uma das formas mais simples de mostrar o seu equipamento. Contudo, essa situação leva a pessoa a tomar vários outros focos de atenção que não a rua em si.

Primeiro, é preciso ver quem é, depois atender, depois se dispersar entre diálogos que, muitas vezes, são agradáveis o suficiente para fazer a mente viajar. Nesse momento, pois, os bandidos atacam com maior facilidade.

3. Se for atender, adentre algum estabelecimento comercial.

Uma boa maneira de se precaver dos mal-intencionados é atender a sua ligação dentro de algum estabelecimento comercial. Isso, pois geralmente os interiores inibem, pelo menos um pouco, a coragem dos ladrões de celular.

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4. Nunca deixe um celular à mostra dentro do veículo.

O roubo de celular não tem fronteiras. Então, não pense que a janela do seu carro barrará o intuito de alguém que esteja de olho num smartphone dando sopa.

Além disso, pode ser o caso de você acabar com um prejuízo adicional: a janela e/ou a porta do veículo violados.

5. Em carros ou coletivos, não use seu celular perto das janelas.

Você sabia que grande uma parcela grande do roubo de celular no país acontece quando um usuário tem seu aparelho “puxado” pela janela, tanto no carro quanto no ônibus? Ou por alguém que está perto da porta aberta do coletivo?

Por isso, esteja atento ao usar o aparelho nesses momentos. E, apesar de falar no celular e dirigir ser contra a lei, se você o fizer, que seja de janela fechada.

6. Use fones de ouvido sem fio.

Quem ama ouvir música no celular ou prefere atender chamadas sem colocar o aparelho pra fora do bolo tem nos fones bluetooth um excelente aliado. Isso, pois eles podem, inclusive, ficar disfarçados debaixo das madeixas.

Eles fazem com que você deixe menos seu smartphone à mostra e, inclusive, podem ser usados para a realização de tarefas. Como muitos modelos contam com microfone, os assistentes virtuais estão disponíveis em muitos deles.

7. Use o antiguinho para alguma coisa.

A estratégia de andar com um antiguinho no bolso é uma das melhores precauções contra o roubo de celular. Em vez de entregar o seu modelo atual, é só fazer isso com o antigo, e rezar para não ser revistado.

É claro, cada caso é um caso, e se você achar que vai ser revistado, entregue logo o melhor. Nunca vale a pena reagir, assim como não o vale mentir para alguém estressado com o dedo no gatilho.

E se o roubo de celular acontecer?

Aqui vão algumas dicas para o caso de acontecer o indesejado. Anteriores e posteriores, ajudam muito a vítima do roubo de celular.

1. Salve seu número IMEI.

É ele quem permite à operadora bloquear o aparelho em caso de roubo. Para achá-lo, digite *#06#, aperte para ligar e copie o número. Em caso de furto ou roubo, indique esse número à operadora que ela bloqueia seu celular a distância, inutilizando-o.

2. Salve seus arquivos em nuvem.

A melhor forma de ter seus arquivos protegidos é tê-los em nuvem, pois os backups estão sempre presentes nessa modalidade. Assim, nada se perde, e tudo se baixa de novo.

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3. Tenha senha no celular.

Parece brincadeira, mas muita gente não tem, e isso facilita ao ladrão acessar seus arquivos pessoais. Lembre-se, acessos bancários podem estar em mais de um lugar. Além de dados importantes, há arquivos mais importantes ainda, como conversas e fotos pessoais – ou sensuais.

Pondo senha, o empecilho pode ser suficiente para, pelo menos, você bloquear e limpar o aparelho remotamente.

4. Saiba sempre seus logins de iCloud, Samsung, Google.

Essas plataformas geralmente oferecem a possibilidade de localizar seu aparelho e, além de bloqueá-lo, apagá-lo remotamente. Significa dizer que existe a chance de você deletar todos os seus arquivos antes que alguém os acesse na força bruta.

5. Coloque seus dados no aparelho.

Essa dica parece nada a ver, mas não é. Sabia que, muitas vezes, pessoas se presumem vítimas de roubo de celular, porém só o perderam? E, em tempos de muita senha, pode ser impossível descobrir o dono de um smartphone.

Imagine, por exemplo, que alguém encontre um aparelho para o qual não tem carregador. Será que, na falta de informações, alguém faria tanto esforço por um carregador só pra esperar uma possível chamada do dono perdido? Pode ser que não! E essa dica leva 10 segundos pra ser realizada.

Por isso, nesses casos informações em um bilhetinho embaixo da capinha do celular podem ser, literalmente, a sua salvação em momentos de aperto. E não custa nada fazê-lo.

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